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O NERPOR tem divulgado todas as semanas os resultados dos inquéritos feitos pela CIP em parceria com o ISCTE, aquando do Programa Sinais Vitais, apelando também às empresas da região para participarem na resposta aos mesmos.
O inquérito desta semana diz respeito às compras e vendas das empresas após o estado de emergência, concluindo-se que 58% das empresas registaram quebra nas encomendas.
Apelando a todas as empresas a sua participação, procurando que ao nível da nossa região pudessem responder
Vendas de maio caíram para três quartos das empresas, em média, para cerca de metade.
Três em cada cinco empresas (58%) registaram uma quebra significativa das encomendas em junho, já em período de retoma das atividades económicas, depois dos condicionalismos impostos pelos processos de combate à pandemia de covid-19, conclui o inquérito promovido pela CIP – Confederação Empresarial de Portugal e pelo Marketing FutureCast Lab do ISCTE, hoje divulgado. Resultados disponíveis aqui.
A quebra média das encomendas registada pelas empresas é da ordem dos 45%.
O inquérito, dedicado a recolher e analisar informação sobre compras e vendas das empresas após o estado de emergência, conclui, também, que três quartos das empresas registaram uma quebra nas vendas, no mês de maio, e que essa quebra foi, em média, de 49.
“Estes dados deixam claro que a pandemia teve um impacto profundo nas cadeias de abastecimento e no funcionamento das empresas e indiciam que a recuperação da atividade económica será lenta. Mostram, também, o esforço que vai ser necessário para a concretizar”, afirmou o vice-presidente da CIP João Almeida Lopes, na conferência de imprensa de apresentação dos resultados.
Os dados do inquérito desenvolvido pela CIP, através das associações que a integram, mostram que a generalidade das empresas que já retomou a atividade, total ou parcialmente, em junho.
Revelam, ainda, que o lay off simplificado continua a ser um mecanismo determinante, quando 25% das empresas que respondeu ao inquérito diz que o utiliza e outros 10% dizem que pensam vir a pedir para o fazer, o que reforça a posição a CIP de defender o prolongamento desta solução até ao final do ano, “porque é fundamental para apoiar o emprego e ajudar as empresas a ultrapassarem esta fase de exceção”, referiu Almeida Lopes.
Este é o sétimo inquérito do Projeto Sinais Vitais, uma iniciativa inédita desenvolvida em conjunto pela CIP e pelo Marketing FutureCast Lab do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, que tem como objetivo recolher e divulgar, de forma regular, informação credível e atualizada sobre o que pensam os empresários e gestores de topo das empresas portuguesas, no quadro da atual situação de exceção..
Fonte: CIP
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