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Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura 4º Trimestre de 2019

Publicado em 05-02-2020

Já está disponível aqui a publicação trimestral de análise de conjuntura Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura, referente ao quarto trimestre de 2019, uma iniciativa conjunta AEP, AIP e CIP.

Nesta Envolvente Empresarial - Análise de Conjuntura realçamos:

• A estabilização da taxa de crescimento homóloga do PIB em volume, no terceiro trimestre (em 1,9%), e o abrandamento em variação trimestral (de 0,6% para 0,3%).
• A manutenção dos contributos para o crescimento do PIB, quer da procura interna (3,2 pontos percentuais, p.p.), quer da procura externa líquida (-1,3 p.p.).
• A aceleração homóloga de igual magnitude das importações (para 5,8%) e das exportações (para 2,6%).
• A aceleração do consumo, quer privado, quer público, que compensou o abrandamento no investimento.
• A evolução mais negativa do VAB industrial.


• A descida do indicador coincidente do Banco de Portugal no conjunto dos meses de outubro e novembro.
• A atualização das projeções macroeconómicas do Banco de Portugal, com a previsão de um abrandamento moderado no horizonte de projeção, com valores de 2,0% em 2019 (igual à previsão de outubro), 1,7% em 2020 e 1,6% tanto em 2021 como em 2022.
• As perspetivas do Banco de Portugal de um contributo para o crescimento do PIB da procura interna [líquida de conteúdos importados] progressivamente menor, de uma procura externa mais fraca e ganhos de quota de mercado de magnitude inferior.
• A previsão de um aumento do défice da balança de bens e serviços ao longo do horizonte de projeção, permitindo que a balança corrente e de capital se mantenha excedentária até 2021, mas registando, já em 2022, um saldo nulo.
• A previsão de que o emprego continuará a crescer, mas a um ritmo progressivamente menor. A taxa de desemprego continuará a diminuir, situando-se em 5,6% em 2022, um nível historicamente baixo.
• O crescimento das exportações de mercadorias em 3,5%, no período de janeiro a novembro de 2019, abaixo da subida de 7,1% das importações – nos dois casos em abrandamento face à dinâmica observada em 2018, sobretudo nas exportações.
• A recuperação da quota de mercado de bens em termos homólogos, no terceiro trimestre, após uma quebra no trimestre anterior.
• O saldo positivo de 329 milhões de euros da balança de bens e serviços, no período de janeiro a outubro, muito abaixo do valor de 3,0 mil milhões de euros observado no período homólogo de 2018, em reflexo de um agravamento do défice nos bens e um menor excedente nos serviços.
• A variação média anual dos empréstimos bancários às Sociedades não financeiras de 2,7% (com ajustamento de operações de titularização), mas que esconde valores ainda negativos nas pequenas e médias empresas, bem como nas sociedades privadas exportadoras.
• A valorização do índice acionista de referência PSI-20 em 10,2%, em 2019, o que traduz uma recuperação parcial face à quebra de 12,2% registada em 2018.
• A diminuição da taxa de desemprego para 6,1% no terceiro trimestre (um novo mínimo da série, iniciada em 2011), após 6,3% no trimestre anterior e 6,7% no homólogo.
• O aumento de 0,9% do emprego (com origem nas qualificações Secundária e Superior, e no Setor Terciário).
• A recuperação dos índices de preços das matérias-primas no quarto trimestre, para o que contribuiu o anúncio de acordo comercial (1ª fase) entre os EUA e a China. Contudo, a recuperação não foi suficiente para evitar uma queda no conjunto de 2019.
• A melhoria no posicionamento relativamente à média da UE no que se refere aos preços médios da eletricidade pagos pela indústria nacional no primeiro semestre de 2019. Os preços (sem IVA e outros impostos dedutíveis) foram inferiores à média da UE na maioria dos escalões de consumo, com exceção do quinto e do sétimo. No 2º semestre de 2018, os preços eram superiores à média da UE em todos os escalões.
• A quebra menos acentuada no quarto trimestre do preço médio do gasóleo em Portugal. Em termos anuais, registaram-se subidas ligeiras no conjunto de 2019.
• A recuperação da taxa de inflação homóloga de Portugal (medida pelo IHPC) para um valor positivo, no quarto trimestre (0,4% em dezembro), atenuando o diferencial negativo face à Área do Euro (onde a inflação se manteve em 1,0%).
• A depreciação da cotação média anual do euro contra o dólar norte-americano em 5,2% em 2019, refletindo taxas de juro relativamente superiores nos EUA.
• A recuperação da competitividade-custo da economia nacional face aos 37 principais parceiros, no terceiro trimestre de 2019, em termos homólogos, devido a um reforço da depreciação nominal do euro e ao alargamento do diferencial negativo de variação dos custos laborais unitários, embora ligeiro.
http://cip.org.pt/wp-content/uploads/Documentos/Assuntos%20Económicos/02.%20Informação%20Económica/Envolvente%20Empresarial%20-%20Análise%20de%20Conjuntura/2019/2019_04trim_Envolvente_Análise.pdf 

Fonte: CIP

 

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